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20 PERGUNTAS-CHAVE SOBRE GINECOLOGIA

A menstruação, a sexualidade, a reprodução e até algumas doenças afetam a vida íntima do sexo feminino. Descubra as respostas às dúvidas mais comuns da maioria das mulheres
Desafiámos um especialista a responder às questões que mais preocupam a maioria das mulheres. Para que fique completamente esclarecida! Contraceção, sexualidade, maternidade ou a simples ação das hormonas são alguns dos temas que podem surgir numa consulta de ginecologia. Apontar as questões a colocar antes de entrar no consultório é uma das regras a seguir para ter a certeza de que não se esquece de esclarecer nada.Mas, a verdade é que nem sempre chega a fazer todas as perguntas, seja por falta de tempo, de lembrança ou até por pensar que algumas das suas dúvidas podem parecer um pouco ridículas. Não se preocupe. A revista Prevenir reuniu as principais questões relacionadas com saúde feminina e, em conversa com Fernando Cirurgião, ginecologista, encontrou a resposta para cada uma delas:1. Em que idade deve ser feita a primeira consulta de ginecologia?A primeira consulta poderá apenas ser de esclarecimento de dúvidas, sobre o funcionamento do aparelho reprodutor, os métodos contracetivos e a necessidade do preservativo como única forma de prevenir das doenças sexualmente transmissíveis. Pode acontecer durante a adolescência e é fundamental antes do início da vida sexual. Se tal não acontecer, é imprescindível realizá-la logo após a primeira relação sexual.

2. Com que regularidade se deve consultar um ginecologista?

Como rotina, uma vez por ano.

3. Para que serve o exame de Papanicolau?

Descrito por um médico com este nome há quase 60 anos, este exame tem como objectivo o rastreio do cancro do colo do útero. É realizado durante o exame ginecológico e deve ser feito anualmente.

4. A menstruação irregular pode ser indício de problema de saúde?

Os ciclos menstruais regulares traduzem um adequado funcionamento do aparelho reprodutor. A menstruação pressupõe que tenha ocorrido uma ovulação, sendo irregular pode deduzir-se que as ovulações não estão a acontecer na altura devida, o que pode comprometer a fertilidade.

Fatores externos, emocionais, profissionais ou alterações do peso corporal podem estar na origem desta mudança. Os ovários poliquísticos são outra situação comum, mais frequente na adolescência e que se pode prolongar na idade fértil em que, conjuntamente com as irregularidades menstruais e dificuldade em engravidar, podem coexistir o peso excessivo, pilosidade e/ou alterações na pele (oleosidade e acne).

5. O que pode provocar dor na relação sexual?

A dispareunia, dor no ato sexual, divide-se em superficial e profunda. A primeira localiza-se à entrada da vagina e levanta a suspeita de uma infecção ginecológica vulvovaginal, como a causada pelo fungo candida albicans. Já a dor profunda pode dever-se à posição durante o ato sexual, a aderências entre os órgãos internos, como acontece após cirurgias abdominais ou como complicação de doenças inflamatórias pélvicas, e também a uma infecção pélvica aguda.

Trata-se de um sintoma que justifica uma consulta de ginecologia com a maior brevidade. Há ainda outra patologia, nem sempre fácil de diagnosticar, a endometriose, cujas manifestações podem incluir dores espontâneas durante as relações e muito intensas na menstruação, bem como uma maior dificuldade em engravidar.

Artigo de Sapo Lifestyle.

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It's not that some people have willpower and some don't. it's that some people are ready to change and others are not.James Gordon

TERAPIA DA FALA: COMO POSSO ESTIMULAR A FALA, A LEITURA E A ESCRITA?

Ao início são sons sem sentido aparente, sobretudo vogais. Segue-se a repetição de consoantes (ma-ma-ma) e as mães sorriem e dizem “Já viste? Já diz mamã!”. Este processo de desenvolvimento, que numa fase inicial aparenta não ter qualquer significado, aos poucos vai se tornando cada vez mais percetível e adequado. Um artigo do terapeuta Gonçalo Leal.
Como saber se o desenvolvimento da linguagem está exatamente dentro do que é esperado para a idade?Não existe uma data precisa para determinar se o desenvolvimento da linguagem está adequado ou não. O que sabemos é que a criança desenvolve a aprendizagem da língua desde muito cedo e as diferenças individuais, de carácter orgânico e comportamental, é que irão determinar o momento em que a criança começará a falar.O que fazer para o meu filho começar a falar o mais rápido possível?Os pais devem agir naturalmente em relação a este tema, a pressa ou ansiedade transmitida às crianças poderão ser uma barreira.A aquisição da linguagem deve ser feita por experiências positivas. Apesar de sabermos o papel da imitação, no processo de aquisição da linguagem, é importante que isso aconteça de forma natural, sem pressões, para que a criança tire o máximo prazer em verbalizar. Para além do prazer, é importante a criança sentir que tem algo a ganhar, sentir que ao verbalizar gera um comportamento no outro (satisfazer as suas necessidades, desejos ou pura brincadeira).Os pais são o maior modelo para a criança. Por este motivo, é fundamental falar adequadamente com os filhos. Não os “imitar”, não inventar um vocabulário que só os próprios compreendem. Este tipo de situação pode constituir uma barreira ao saudável desenvolvimento da Linguagem.Se por um lado as palavras inventadas podem reforçar o laço afetivo entre pais e filhos, por outro estarão a criar e reforçar um vocabulário que é uso exclusivo para a família, que poderá limitar a criança na relação/ comunicação com os outros. Facilmente poderemos compreender a relação entre a linguagem e o processo de socialização/comportamento.

O que devo fazer para o meu filho deixar de falar “à bebé”?

Com o tempo a fala infantilizada, entre pais e filhos, tende a desaparecer. Não é necessário híper-estimular o desenvolvimento da fala e “policiar” a criança, para que ela consiga articular tudo de forma adequada. Mais uma vez o processo deverá ser natural. Os pais deverão articular corretamente o que a criança tem dificuldade em dizer, mas sem “exigir”:  “mamã quero o carro vemelho gande!” e a mãe “Queres o carro veRmelho gRande?”. Dar mais enfase ao som que a criança omite, poderá ser uma boa estratégia.

Artigo Sapo Lifestyle

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DOR DE GARGANTA: COMO TRATAR E PREVENIR

Quem tem idade para ler este texto certamente já sentiu uma dor de garganta e tem diversas formas para explicar a sensação incómoda que o ardor provoca. “Tenho a garganta a arder”; “sinto a garganta a arranhar”, são apenas duas.
Quando surge o tempo frio, as dores de garganta tendem em ser mais comuns.As manifestações variam entre sintomas mais leves, como o incómodo persistente em toda a zona da faringe à laringe, e sintomas mais graves, como a dificuldade em engolir alimentos sólidos, líquidos ou até saliva.Por norma, quando se ataca logo os primeiros sintomas, com recurso a tratamentos caseiros ou recomendados pelo farmacêutico, pode evitar-se uma visita ao médico.Mas, quando os sintomas atingem dificuldade em engolir a própria saliva, e persistem, convém consultar o médico para despistar um eventual cenário de maior gravidade.

As pastilhas ou sprays recomendadas pelo farmacêutico costumam resultar e ser suficientes na maior parte dos casos.

Mas há que ter em conta que as dores de garganta podem ter diversas origens e cada pessoa reage de forma diferente.

A maioria das situações é provocada por infeções virais, típicas de gripes e constipações.

Mas há outros fatores que contribuem para o aparecimentos das dores e garganta.

Um filtro crucial

A garganta é composta por um conjunto de elementos sendo as amígdalas e a faringe os locais mais atacados e os que provocam maior sensação de dor quando estão inflamados. E, dependendo se a origem é viral ou bacteriana, também apresentam sinais diferentes.

No entanto, quando dói, apesar de ser incómodo, é sinal que o organismo está a funcionar ao reter ali agentes irritantes que poderiam vir a causar danos adicionais.

As dores de garganta podem ser acompanhadas de outros sintomas gripais como nariz a pingar ou febre.

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